Fui mordido por uma bicha, babado por outra bicha e atropelado por uma cadela! Um dia de praia normal, portanto!
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terça-feira, abril 11, 2017
quarta-feira, agosto 05, 2015
Os animais de estimação também são família
Este vídeo retrata a história do olhar dos cães abandonados.
Eu não sou nenhum cão, mas mas sempre tive cadelas, e posso dizer-vos que deve ser muito triste os donos cuidarem dos seus animais de estimação quando deles precisam, e descartarem-nos quando já têm mais alguém que lhes dê carinho e atenção, e com quem ocupar o tempo.
Pode ser difícil de acreditar, mas nós também temos sentimentos. Não somos maus nem vamos magoar os novos membros da família que chegarem, muito pelo contrário. E além do mais, nós também somos membros da família!
Pois, mas o que é que isso interessa, quando se vêem tantas pessoas a abandonar a sua própria família? Se fazem isso aos familiares humanos do mesmo sangue, por que não haveriam de fazer aos animais?
Mas isto é errado. Não somos objectos. Não somos bonecos para entreter alguém por apenas algum tempo. Somos animais que confiámos que os nossos donos iriam cuidar de nós e proteger-nos como o faz uma verdadeira família. Somos animais que temos muito a aprender com os humanos, mas mais ainda para lhes ensinar. Somos animais que se entregam de corpo e alma, fiéis, amigos, companheiros. Queremos crescer, partilhar e fazer parte do mundo dos nossos donos, ainda que vão havendo mudanças nas suas vidas.
Por isso, não abandonem os vossos animais de estimação! Eles não merecem!
terça-feira, julho 21, 2015
Desde míudo que sempre quis ter um cão.... Cadela!
(Naomi)
Desde miúdo que sempre quis ter um cão. Sempre, sempre. Passava a vida a chatear os meus pais e a conversa era sempre a mesma. Que não temos casa, que os cães não se dão bem em apartamentos, que se tivéssemos um jardim ainda podíamos pensar no caso, que talvez um dia, quando mudarmos para outro sítio. Pois, a questão é que nunca mudámos e, por isso, nunca tive direito a cão até aos meus 18 anos. Tive de me contentar com peixes e tartarugas, periquito, hamsters, bichos da seda, ... Até que um dia soube de umas pessoas que tiveram uma ninhada e cães rafeiros e ainda não tinha conseguido dar 2 cadelas, se no prazo de 15 dias não as conseguissem dar, iriam afoga-las! Fiquei incrédulo! Eu a minha colega de escola (a que me dava melhor na altura fomos lá ver), ela levou nesse dia 1 para casa e eu outra (ambos sem consentimento dos nossos pais. Contamos a história, e o que nos foi proposto é que não podíamos, e teríamos o prazo de 15 dias para tentar arranjar um lar senão iriam para um canil. A verdade é que nunca tentei um lar para a minha cadela, ela tinha 3 semanas na altura, dava-lhe biberon e até cabia dentro de um tupperware. Tentei sempre que ela convivesse com os meus pais de forma a lhes criar também uma ligação com ela e ela permaneceu no meu lar. Esta minha cadela é uma podenga alentejana, cheia de personalidade, adorava meter-se com cães de grande porte e não suportava cães de porte inferior. O seu nome era BECKY (VAN SENNUS) Faleceu a 4 anos... Nos braços da minha mãe. A minha mãe ligou-me no preciso momento que estava a acontecer, só posso dizer que foram momentos de grande dor. Grande dor mesmo! Sempre que me lembro desse momento começo a chorar (já estou assim). No entanto também gosto de me lembrar dos momentos em que proporcionaram grandes alegrias com ela. Por exemplo, ela odeiava telemóveis, ou seja cada vez que via um a tocar se pudesse agarrava neles com a boca e ia esconde-los! Brutal! Sempre que ouvia os meus sobrinhos a chorar ia chorar mais alto para ao pé deles, com medo que as pessoas não ouvisse... Entre outras histórias...
Quando tinha 23 anos fui viver com uma minha namorada da altura e adquirimos uma Shitzu numa loja! O seu nome ficou RAICA. Percebemos que nos dois primeiros dias não comia e estava sempre de diarreia... Achamos estranho e levamos logo ao hospital. Ficou logo internada... 3 dias depois faleceu com a doença de Parvovirose. Foi um momento também muito difícil, pois ficamos com sentimento de culpa (apesar de não termos culpa), o cachorrinho morreu connosco...
Depois de alguma guerra também nos foi desembolsado o valor que tínhamos pago pelo animal e as despesas recorrentes do mesmo. Até digerirmos esta situação demorou algum tempo... Até que achamos que deveríamos tentar novamente. Então adquirimos um Pug Carlin. Digo uma Pug Carlin! Do seu nome JAYLA. Era super destruidora e linda, sempre nos deu momentos de grande felicidade, mas esteve pouco tempo comigo.... pois passado algum tempo separamos-nos... Foi a época que passei do lado hetero para gay... Ainda mantivemos contacto durante alguns anos, mas depois chegou ao colapso (um dia se me apetecer contar, irei postá-lo).
Já com o meu actual namorado, lembro-me perfeitamente numa noite no Frágil a dançar, um casal de amigos que tinha um casal de Labradores disse que tinham uma ninhada e que estavam a querer dar os filhotes. Nesse momento petrifiquei, tipo criança a querer muito algo! O meu namorado disse que era preciso ter muita dedicação, verdade eu sei disso e ele também! No fim de semana seguinte a caminho do nosso fim de semana no Porto, conversa puxa conversa, estava decidido! Vamos ficar com um! Eu disse logo tem que ser uma cadela! Argumentei, normalmente são o sexo que menos querem (odeio discriminação), são mais afectuosas aos donos que os cães, entre outros argumentos. A caminho a ouvir Florence & The Machine começamos desde logo a discutir qual seria o seu nome... Já sabíamos que ela seria preta! Então chegamos a conclusão que seria NAOMI. Sim é verdade, faz jus à Naomi Campbell às vezes tem um comportamento difícil (mau feito), Não connosco, que isso e um doce, que se derrete toda, mas por vezes com quem não conhece. Muito dona do seu nariz (acho que nisso sai a mim) . Hoje continua a ser a nossa bebé! A nossa filhota! Com padrinhos e tudo que por vezes lutam para a andar a passear ou estar um fim de semana com ela.
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